sábado, 8 de junho de 2013

De volta...


É com imenso prazer e satisfação que volto ao meu blog pessoal, depois de mais de 01 ano fora dele, para noticiar o retorno, em grande estilo, de uma Solenidade de Abertura dos Jogos Escolares e Paraescolares da Paraíba na 4ª Gerência Regional de Educação. 
A cidade de Cuité ontem foi testemunha de um grande espetáculo, digno da grandiosidade do evento. Quero já parabenizar a Gerente Regional da 4ª GRE, a senhora Maria das Graças Medeiros de Almeida e o Coordenador Geral dos Jogos do Curimataú, o Sr. Hélio Plácido de Almeida, assim como toda a equipe de apoio.
O público presente (Ginásio Valdemir Virgínio ultralotado) recebeu de volta  e com muitos aplausos uma solenidade memorável, de muito bom gosto, desde a escolha de decoração até a seleção das apresentações. Uma cerimônia sóbria, sem discursos político-partidários, desenhada nos moldes do propósito de todos os jogos: a celebração da paz.
Em seu discurso de abertura a Gerente Regional acolheu a todos os presentes com uma mensagem de paz e declarou aberto, os Jogos Escolares do Curimataú, que pela primeira vez (acredito eu) acontecerão de forma descentralizada: outras cidades, além de Cuité, sediarão jogos e competições. Parabéns pela excelente idéia.
A cerimônia de ontem à noite encheu os olhos do público presente; tivemos momentos muito emocionantes como a execução do Hino Nacional, de forma instrumental, com artistas locais; o hasteamento dos pavilhões (nacional, estadual e municipal) foi um momento que marcou a todos os presentes.
Destaco, o momento em que foram acolhidos os municípios representados em bandeiras com uma coreografia muito bem executada, penso eu que seja esse um momento inédito.
O acendimento da Pira Olímpica pelo aluno da Escola Estadual Vidal de Negreiros, Esdras Raymi, foi de uma delicadeza plástica, onde aconteciam ao mesmo tempo uma coreografia da Cia. de Ballet Maria das Graças Medeiros de Almeida, ao som de Adelle cantando Skyfall, puro bom gosto.
As apresentações de dança, um xaxado da cidade de Pedra Lavrada e um grupo de break dance da cidade de Picuí arrancaram aplausos efusivos do público.
Encerrando a noite, o artista performático cuiteense, Ronaldo Star, apresentou seu alter-ego Whitna Hill com seu corpo de baile. Foi um show de emoção, com a apresentação de "Sonhos de um Palhaço", onde o artista revela o lado triste desse personagem tão alegre, o palhaço. Seguiram-se mais dois números onde Whitna Hill esbanjou luxo e glamour, características já tão presentes em seus shows.
As autoridades presentes, inclusive muitos prefeitos, entre eles, a Prefeita Euda Fabiana da cidade de Cuité, assim como todo o público de Cuité e de cidades vizinhas receberam DE VOLTA o grande espetáculo que já é tradição na Solenidade de Abertura dos Jogos do Curimataú.
A todos os envolvidos, muito sucesso durante a realização dos jogos. Parabéns a todos da 4ª Gerência Regional de Educação, assim como da Prefeitura Municipal de Cuité que também não mediu esforços colaborativos para a realização de tão grandioso evento
Aproveito a oportunidade e convido a todos os leitores do blog a visitarem a home page do Facebook Eu Amo Cuité onde foi disponibilizada em tempo real uma cobertura fotográfica, via aplicativo Instagram da solenidade de abertura clicando no link: https://www.facebook.com/EuAmoCuite


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Indignação...


Acho lamentável alguns comentários que vejo em algumas redes sociais. Parece que existe um desejo de algumas poucas pessoas para transferirem tudo que existe em Cuité para outras cidades do Curimataú. A bola da vez são os Jogos Escolares... 
Lembro que em 1986, a quadra nem era coberta ainda e na abertura dos Jogos deu uma chuva tremenda e nós Cuiteenses, pegamos vassouras e rodos e enxugamos a quadra inteira...
Felipe Thiago Gomes já havia providenciado ônibus para realizar a transferência das delegações, mas nós CUITEENSES, lutamos com garra e não deixamos que isso acontecesse... Lembro das ações de Hélio Plácido, Amara Ângela (a quem peço permissão para citar) conclamando os alunos do Orlando Venâncio e do IEC para que não acontecesse a transferência dos Jogos... Bons tempos aqueles que alguns CUITEENSES tinham orgulho de ser cuiteenses... Hoje, em nome de uma falsa ideologia politiqueira se mancha o nome do Município... Parece que se perderam no tempo o espírito dos jogos escolares e do sentimento de ter orgulho de nossa cidade...
Lembro-me da rivalidade existente entre os municípios e entre as equipes da própria cidade de Cuité (IEC x Estadual, Estadual x Cooperativa...) mas tratava-se de uma luta franca, dentro da quadra, onde o sentimento de pertencer era mais forte do que os interesses próprios pessoais.
E enquanto cuiteenses éramos fortes, principalmente quando algum outro município queria “tirar” de nós o que conquistamos.
Hoje, vejo com tristeza, que o espírito dos jogos, ficou para trás. Lembrem-se que os governos passam, mas Cuité permanece. Já tivemos jogos organizados por diversas gestões políticas, tanto municipais quanto estaduais e todos tiveram seus problemas, sempre sendo superados, pois o sentimento de ser a cidade anfitriã dos jogos escolares da Paraíba era muito maior do que qualquer problema.
Aos atletas que porventura leiam esse post, não se deixem levar por artimanhas politiqueiras, seu objetivo é vencer. Aos organizadores, que saibam dialogar e encontrar soluções para os problemas. Aos CUITEENSES, não deixemos que tirem de nós o que conseguimos com tanto esforço.

Uma última coisa: Os jogos olímpicos já pararam até conflitos mundiais. Pensem nisso!!!

sábado, 19 de maio de 2012

Decepcionante...

Essa foi a única palavra que consegue definir o meu sentimento em relação a abertura dos Jogos Escolares da Paraíba no Município de Cuite, realizada na noite de ontem, dia 18 de Maio de 2012, no Ginásio Municipal de Esporte. Uma cerimônia (se é que se pode dar esse nome) totalmente equivocada, com erros de cerimonial e de planejamento que frustrou todas as pessoas que se fizeram presentes a tentativa de evento.

Eu, como cuiteense, e acredito que todos nós, que sempre presenciamos aberturas memoráveis, não posso engolir, nem que me deem desculpas baseadas em factóides, a pobreza (essa realmente é a palavra), a pobreza que foi o evento de ontem.

Mesmo diante do que foi apresentado, o público ficou sem saber, não conseguiu entender. Erros gritantes:

a) Os atletas entraram ao som de uma filarmônica da cidade de Picuí, que erroneamente executou hinos (da bandeira, do soldado) que não devem ser executados para esse fim.

b) O cerimonial conduziu a oração do "Pai Nosso" In Memoriam"  a uma aluna de uma escola da cidade de Cuité, quando o correto seria a condução de 01 minuto de silêncio.

c) A Bandeira dos Símbolos Olímpicos não apareceu na cerimônia.

Afora isso, faltaram as apresentações culturais, o acendimento da tocha, momento sempre esperado, foi decepcionante. Esse momento, que sempre é esperado com grande expectativa por todos, aconteceu de uma forma que deixou todo o público presente sem saber o que estava acontecendo.

Realmente, desde o ano de 1986, ano em que fui apresentado aos Jogos Escolares e da qual participei, nunca houve uma abertura tão estranha quanto a de ontem. 

Não sei o que aconteceu, apenas estou registrando o sentimento de vazio que ficou em mim e acredito que em muitos. Depois de declarado oficialmente abertos os jogos, a cerimônia foi encerrada de uma forma jamais vista. Tanta estranheza causou no público que as pessoas demoraram a deixar o ginásio, esperando por algo que realmente, acredito, não havia sido planejado.




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Sobre Pessimismo e Negativismo...

Hoje, depois de uma excelente festa de emancipação da minha querida amada cidade, tenho algumas surpresas ao entrar na net. Entrei para ver fotos postadas nas redes sociais e me deparo com comentários negativistas e pessimistas em alguns blogs.
Por que será tão dificil para algumas pessoas conviverem com a esperança e com o otimismo? Fico pensando aqui no que essas pessoas seriam capazes se realmente tivessem o poder de executar algo. Será que seu pessimismo e negativismo os deixaram realmente construir algo de bom? Até que ponto esse face negativa interfere na capacidade mental, social e interpessoal dessas pessoas.
Alguns falam sem conhecimento de causa, palavras por palavras; outros "pensam" saber algo e se metem a proliferar seu "desconhecido" pensamento para os quatros ventos.
Em tempos de internet, tem-se que ter muito cuidado com que pensamentos se colocam em redes sociais, blogs e afins. O pensamento tem que ser sempre livre, mas o pensamento escrito tem que ter conhecimento, estrutura e acima de tudo responsabilidade.
A credibilidade em quem escreve é construída sobre pilares: confiança, isenção, respeito e sobretudo verdade.
Esse realmente parece ser o ponto central: Verdade. Pode a verdade ter duas faces? Pode um fato ser visto sob duas óticas diferentes? Otimismo e pessimismo podem conviver juntos?
São perguntas dificeis de serem respondidas. Mas o que fica em mim é a certeza que muitas vezes se tem objetivos excusos, ao se publicarem algumas matérias.
O prazer de informar, objetivo principal, fica em segundo ou terceiro plano, algo que devia ser primazia, principalmente utilizando-se de meios de comunicação de massa.
Desculpem leitores do meu blog, não quero fazer dele um espaço político, esse não e a intenção deste blog. Mas é que me senti inteiramente magoado como cidadão cuiteense ao ver meu querido município "denegrido" de forma injusta aqui nos meios da internet.
Por fim, o que ficou em mim foram as imagens de uma belíssima comemoração de 75 anos de Cuité, como deve ser toda a festa de aniversário. Para vocês, meus leitores, prometo que farei uma compilação das mais belas fotos que puder para registrar esse momento tão especial para nós cuiteenses.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Orgulho de ser Cuiteense...

Em uma semana onde tivemos um jovem universitário denominando nossa cidade de "bosta", e onde o nosso sentimento de ser Cuiteense foi ferido por alguém que não é de nós cuiteenses, mas sim por uma espécie de parasita, que vem suga os nossos recursos para o seu bem próprio e depois que se satisfaz vai embora para parasitar outros espaços, a cidade de Cuité mostra mais uma vez a sua pluralidade, tanto na cultura, quanto na moda, quanto nos esportes e ainda nas atividades de cunho religioso.
Tivemos um fim de semana bastante intenso, houveram desfiles de moda, festival de música, campeonato de carros tunados e paredões de som, caminhada evangélica, além de diversos eventos sociais de confraternizações e for aturas escolares.
É, talvez ainda não sejamos um grande centro urbano; e acho que não queremos isso. Não queremos para a nossa amada Cuité, as doenças das grandes cidades, o anonimato das pessoas, o parasitismo social de tipos de pessoas que não conseguem sentir a sensação de um ar puro, de noites aconchegantes com céu repleto de estrelas.
Minha amada Cuité recebe a todos de braços abertos, dentro de sua singeleza de uma cidade pequena de interior que está aprendendo a conviver com as identidades de visitantes, muitas vezes nem sempre cordiais com ela.
Mas de uma coisa tenho certeza, não deixaremos de amar nossa cidade Cuité por comentários infames, impressões e expressões de sujeitos que passam por aqui. Talvez tenhamos que fazer ouvido de mercador para tais impressões, ou não.
Não sei de que lugar fala o sujeito quando diz que Cuité é uma bosta, talvez falte a ele reconhecer que bosta é uma coisa que ele também produz, se ainda não conseguiu se desvencilhar dessa palavra talvez seja por que esteja na fase freudiana anal do desenvolvimento da personalidade, onde os sujeitos até comem a bosta que produzem. Evolua.
Quanto a Cuité, nós cuiteenses continuaremos defendendo nosso torrão, com unhas, dentes, palavras e atitudes, pois temos orgulho desse nosso pedaço de chão aqui.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Texto de Encerramento do I Curta Cuité

É, estamos chegando ao fim do I Curta Cuité. Nesses 3 dias de festival pudemos vivenciar emoções intensas, pudemos ver e sentir, aqui neste teatro A cor e o cheiro da feira, através de um Olhar Particular de um cineasta que, de posse de uma câmera, muitas vezes sem ter tempo de Ensaio, conseguiu nos mostrar a Metafísica da existência para que possamos realizar a Travessia como sujeitos produtores de nossa subjetividade.
Na magia do cinema e do circo A Família Vidal bem que poderia acolher a animada Foca do Judeu, que talvez nem Irmãs tenha.
Não estamos aqui No Ventre da Poesia, mas aqui em Cuité, no meu Pé de Parede, onde mesmo Antes do Café do novo cinema brasileiro, Boni saía fazendo filmes, imortalizando histórias, eternizando personagens.
Ah, os cineastas, esses Peregrinos, que nos mostram que Fubo é bom, que tem que conseguir luz mesmo em dia Nublado, para conseguir colocar seu pensamento de Desassossego em filme e que nos dizem que é preciso dar um Capote para transformar o céu da boca beijada em um céu de boca morta.
A vocês, cineastas e suas equipes, que tem um pouco de Pedro Perilima dentro de si, nosso muito obrigado.

* Texto especialmente produzido para a Cerimônia de Encerramento do I Festival de Curtas de Cuité - O I Curta-Cuité.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Um fim de noite agradável


Domingo... Um dia inteiro de chuva... Ninguém no MSN, Twitter ou Facebook... Tédio... Tudo parecia conspirar para mais um domingo chato, assim como tantos outros. De repente, um convite, farrinha com amigos no fim da tarde, início da noite.

Depois lanche no quiosque da 25, um "circular" pela cidade fria à noite. Amigos no Teatro Municipal. E aí começa o motivo desse post.





A CAAD está comemorando um ano de estréia e por esse motivo estão realizando uma série de espetáculos. Ontem à noite foi a noite da música, para minha surpresa e deleite. Convidados selecionados proporcionaram ao público momentos de excelente qualidade. Música boa, com bons intérpretes e musicistas. Realmente um fim de noite excepcional para um dia que não prometia nada. Surpresas boas, realmente acontecem de alguma forma.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sobre Não-Ser



Hoje me peguei pensando nisso: sobre o não-ser. É muito mais fácil não ser do quer ser. E ainda existe a dificuldade de Ser (com S maiúsculo). Todos dizem eu não sou isso, não sou aquilo, principalmente se isso ou aquilo forem características que não sejam tão legais. Mas, quem tem coragem de Ser realmente?

Um autor inglês chamado Willian Shakespeare imortalizou uma frase: "To be or not to be, that is the question. " (Trauzindo: Ser ou não ser, esta é a questão). Esse homem realmente é um sábio. A questão resume-se simplesmente nisso: ser ou não-ser.

Em uma sociedade onde tantos são, mas poucos São (veja o S maiúsculo), não-ser talvez seja realmente a escolha preferida de outros tantos, mas não menos poucos.

O não-ser não tem compromisso, responsabilidade, melhor de tudo, não tem agenda. Não-ser não não ocupa lugar no espaço.

Mas o não-ser não é só flores. Existe uma negação, uma inexistência desesperada, uma voz calada, silenciada, presa. Uma voz que quase ninguém escuta, mas que grita no âmago do silêncio, louca desarvorada, transcrita em gestos ou na falta destes.

O não-ser também pode virar Não-Ser (vejam as maiúsculas), existem os Não-Seres que se fazem notar, e esses incomodam demais. No ínfimo da insignificância em que vivem, esses Não-Seres, eles são capazes de mudar tudo de uma forma tão furtiva e dissimulada que os seres julgam e assumem que foram os autores das mudanças. Pobres seres escravos de suas próprias vaidades.

É, nesse mundo ninguém tá aqui de graça, nem de passagem. Shakespeare se foi, mas seu "to be or not to be", permanecem intrigando muta gente, até a aqueles que fazem de sua existência um não-ser.

No fim, entre o zero e o nada, a escolha é a mesma, já que o 10 e o tudo são impossíveis.


"Existem pessoas que tem dois olhos e não veêm um palmo à frente de seus olhos, e existem cegos que enxergam longe."

terça-feira, 26 de abril de 2011

Uma noite fantástica !

Hoje quando saí para caminhar por volta das 19:30 horas me deparei com mais uma noite fantástica na cidade de Cuité. A cidade estava coberta por uma densa cerração ou névoa, como queiram chamar.
As luzes da cidade juntamente com a névoa davam um ar de romantismo à noite, uma sensação de como diz Djavan: Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro. A noite perfeita.
O cheiro de terra molhada, o aroma dos eucaliptos, a névoa.
Lembrei-me instantaneamente da minha viagem a Gramado há mais ou menos um ano. Em um dos dias acordei e os hóspedes do hotel onde eu estava, estavam todos alvoroçados. A cidade estava coberta por uma densa névoa. Igualzinho como estava hoje à noite aqui em Cuité.
Hoje, à noite, nas ruas de Cuité poucas pessoas. Se fosse em Gramado, estava todo mundo na rua, admirado. As pessoas vão pra lá pra isso. E nós aqui não damos a menor importância.
Não são apenas os turistas que se admiram lá em Gramado. Os moradores saem as portas de casa, eles também recebem a beleza que a Natureza lhes oferece.
Aqui em Cuité, enquanto caminhava pelas ruas quase desertas, me bateu uma certa nostalgia.
Por que será que nós Cuiteenses não damos valor ao que temos?
Mesmo assim, para quem saiu nesse horário, viu um espetáculo da Natureza que é pra poucos.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

No escurinho do cinema...

Ontem fui ao cinema (é, cinema sim) aqui em Cuité. Confesso que fui mais pela questão de ir mesmo do que pelo filme que estava sendo apresentado (Harry Potter 7 - Parte I). Fui para reviver a magia do cinema em si. As imagens grandes, o som alto, o cheiro e barulho da pipoca, que diga-se de passagem é único - a gente pode até fazer pipoca em casa, mas nunca fica com o mesmo sabor. Me espantou a quantidade de adolescentes que estiveram lá, acho até que as pessoas mais "idosas" do cinema eram eu e meu amigo. Mesmo em uma época onde as televisões domésticas ficam cada vez maiores, os aparelhos de home-teather já são acessíveis a todos, o velho e bom cinema ainda encanta. Assistir um filme em um ambiente de cinema é uma experiência única. Não tem televisão 3D nem som 7.1 que substituam esse clima. Talvez seja por isso que o velho e bom cinema resista às novas tecnologias domésticas de reprodução de filmes. Mas falava dos adolescentes e dizia que me impressionou a quantidade de jovens que lá estavam. Eram jovens que tem acesso a outras mídias mas que saíram de casa, em um domingo à noite, para ir ao CINEMA. Blu-rays, dvds, HDTV, Play 3, tudo substituído pela magia de passar mais de duas horas vendo Harry 7. O velho cinema, em Cuité diga-se de passagem velho mesmo (O Cine Atlas) hoje Teatro Municipal, ainda tem seu charme. Vi casais de namorados, paqueras, celulares nervosos em troca de mensagens, todo o frenesi que a 7ª Arte proporciona a nós cinéfilos de plantão. Valeu a pena, por tudo, pelo resgate do cinema, pela nostalgia, e até por Harry 7.

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