Em uma semana onde tivemos um jovem universitário denominando nossa cidade de "bosta", e onde o nosso sentimento de ser Cuiteense foi ferido por alguém que não é de nós cuiteenses, mas sim por uma espécie de parasita, que vem suga os nossos recursos para o seu bem próprio e depois que se satisfaz vai embora para parasitar outros espaços, a cidade de Cuité mostra mais uma vez a sua pluralidade, tanto na cultura, quanto na moda, quanto nos esportes e ainda nas atividades de cunho religioso.
Tivemos um fim de semana bastante intenso, houveram desfiles de moda, festival de música, campeonato de carros tunados e paredões de som, caminhada evangélica, além de diversos eventos sociais de confraternizações e for aturas escolares.
É, talvez ainda não sejamos um grande centro urbano; e acho que não queremos isso. Não queremos para a nossa amada Cuité, as doenças das grandes cidades, o anonimato das pessoas, o parasitismo social de tipos de pessoas que não conseguem sentir a sensação de um ar puro, de noites aconchegantes com céu repleto de estrelas.
Minha amada Cuité recebe a todos de braços abertos, dentro de sua singeleza de uma cidade pequena de interior que está aprendendo a conviver com as identidades de visitantes, muitas vezes nem sempre cordiais com ela.
Mas de uma coisa tenho certeza, não deixaremos de amar nossa cidade Cuité por comentários infames, impressões e expressões de sujeitos que passam por aqui. Talvez tenhamos que fazer ouvido de mercador para tais impressões, ou não.
Não sei de que lugar fala o sujeito quando diz que Cuité é uma bosta, talvez falte a ele reconhecer que bosta é uma coisa que ele também produz, se ainda não conseguiu se desvencilhar dessa palavra talvez seja por que esteja na fase freudiana anal do desenvolvimento da personalidade, onde os sujeitos até comem a bosta que produzem. Evolua.
Quanto a Cuité, nós cuiteenses continuaremos defendendo nosso torrão, com unhas, dentes, palavras e atitudes, pois temos orgulho desse nosso pedaço de chão aqui.
Esse blog, passa a ser, a partir de 10/04/2019 uma fonte de notícias a respeito de Empreendedorismo. Contudo, as notícias anteriores a essa data serão mantidas.
domingo, 18 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Texto de Encerramento do I Curta Cuité
É, estamos chegando ao fim do I Curta Cuité. Nesses 3 dias de festival pudemos vivenciar emoções intensas, pudemos ver e sentir, aqui neste teatro A cor e o cheiro da feira, através de um Olhar Particular de um cineasta que, de posse de uma câmera, muitas vezes sem ter tempo de Ensaio, conseguiu nos mostrar a Metafísica da existência para que possamos realizar a Travessia como sujeitos produtores de nossa subjetividade.
Na magia do cinema e do circo A Família Vidal bem que poderia acolher a animada Foca do Judeu, que talvez nem Irmãs tenha.
Não estamos aqui No Ventre da Poesia, mas aqui em Cuité, no meu Pé de Parede, onde mesmo Antes do Café do novo cinema brasileiro, Boni saía fazendo filmes, imortalizando histórias, eternizando personagens.
Ah, os cineastas, esses Peregrinos, que nos mostram que Fubo é bom, que tem que conseguir luz mesmo em dia Nublado, para conseguir colocar seu pensamento de Desassossego em filme e que nos dizem que é preciso dar um Capote para transformar o céu da boca beijada em um céu de boca morta.
A vocês, cineastas e suas equipes, que tem um pouco de Pedro Perilima dentro de si, nosso muito obrigado.
* Texto especialmente produzido para a Cerimônia de Encerramento do I Festival de Curtas de Cuité - O I Curta-Cuité.
Na magia do cinema e do circo A Família Vidal bem que poderia acolher a animada Foca do Judeu, que talvez nem Irmãs tenha.
Não estamos aqui No Ventre da Poesia, mas aqui em Cuité, no meu Pé de Parede, onde mesmo Antes do Café do novo cinema brasileiro, Boni saía fazendo filmes, imortalizando histórias, eternizando personagens.
Ah, os cineastas, esses Peregrinos, que nos mostram que Fubo é bom, que tem que conseguir luz mesmo em dia Nublado, para conseguir colocar seu pensamento de Desassossego em filme e que nos dizem que é preciso dar um Capote para transformar o céu da boca beijada em um céu de boca morta.
A vocês, cineastas e suas equipes, que tem um pouco de Pedro Perilima dentro de si, nosso muito obrigado.
* Texto especialmente produzido para a Cerimônia de Encerramento do I Festival de Curtas de Cuité - O I Curta-Cuité.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Um fim de noite agradável
Domingo... Um dia inteiro de chuva... Ninguém no MSN, Twitter ou Facebook... Tédio... Tudo parecia conspirar para mais um domingo chato, assim como tantos outros. De repente, um convite, farrinha com amigos no fim da tarde, início da noite.
Depois lanche no quiosque da 25, um "circular" pela cidade fria à noite. Amigos no Teatro Municipal. E aí começa o motivo desse post.

A CAAD está comemorando um ano de estréia e por esse motivo estão realizando uma série de espetáculos. Ontem à noite foi a noite da música, para minha surpresa e deleite. Convidados selecionados proporcionaram ao público momentos de excelente qualidade. Música boa, com bons intérpretes e musicistas. Realmente um fim de noite excepcional para um dia que não prometia nada. Surpresas boas, realmente acontecem de alguma forma.
terça-feira, 17 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Sobre Não-Ser

Hoje me peguei pensando nisso: sobre o não-ser. É muito mais fácil não ser do quer ser. E ainda existe a dificuldade de Ser (com S maiúsculo). Todos dizem eu não sou isso, não sou aquilo, principalmente se isso ou aquilo forem características que não sejam tão legais. Mas, quem tem coragem de Ser realmente?
Um autor inglês chamado Willian Shakespeare imortalizou uma frase: "To be or not to be, that is the question. " (Trauzindo: Ser ou não ser, esta é a questão). Esse homem realmente é um sábio. A questão resume-se simplesmente nisso: ser ou não-ser.
Em uma sociedade onde tantos são, mas poucos São (veja o S maiúsculo), não-ser talvez seja realmente a escolha preferida de outros tantos, mas não menos poucos.
O não-ser não tem compromisso, responsabilidade, melhor de tudo, não tem agenda. Não-ser não não ocupa lugar no espaço.
Mas o não-ser não é só flores. Existe uma negação, uma inexistência desesperada, uma voz calada, silenciada, presa. Uma voz que quase ninguém escuta, mas que grita no âmago do silêncio, louca desarvorada, transcrita em gestos ou na falta destes.
O não-ser também pode virar Não-Ser (vejam as maiúsculas), existem os Não-Seres que se fazem notar, e esses incomodam demais. No ínfimo da insignificância em que vivem, esses Não-Seres, eles são capazes de mudar tudo de uma forma tão furtiva e dissimulada que os seres julgam e assumem que foram os autores das mudanças. Pobres seres escravos de suas próprias vaidades.
É, nesse mundo ninguém tá aqui de graça, nem de passagem. Shakespeare se foi, mas seu "to be or not to be", permanecem intrigando muta gente, até a aqueles que fazem de sua existência um não-ser.
No fim, entre o zero e o nada, a escolha é a mesma, já que o 10 e o tudo são impossíveis.
"Existem pessoas que tem dois olhos e não veêm um palmo à frente de seus olhos, e existem cegos que enxergam longe."
terça-feira, 26 de abril de 2011
Uma noite fantástica !

Hoje quando saí para caminhar por volta das 19:30 horas me deparei com mais uma noite fantástica na cidade de Cuité. A cidade estava coberta por uma densa cerração ou névoa, como queiram chamar.
As luzes da cidade juntamente com a névoa davam um ar de romantismo à noite, uma sensação de como diz Djavan: Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro. A noite perfeita.
O cheiro de terra molhada, o aroma dos eucaliptos, a névoa.
Lembrei-me instantaneamente da minha viagem a Gramado há mais ou menos um ano. Em um dos dias acordei e os hóspedes do hotel onde eu estava, estavam todos alvoroçados. A cidade estava coberta por uma densa névoa. Igualzinho como estava hoje à noite aqui em Cuité.
Hoje, à noite, nas ruas de Cuité poucas pessoas. Se fosse em Gramado, estava todo mundo na rua, admirado. As pessoas vão pra lá pra isso. E nós aqui não damos a menor importância.
Não são apenas os turistas que se admiram lá em Gramado. Os moradores saem as portas de casa, eles também recebem a beleza que a Natureza lhes oferece.
Aqui em Cuité, enquanto caminhava pelas ruas quase desertas, me bateu uma certa nostalgia.
Por que será que nós Cuiteenses não damos valor ao que temos?
Mesmo assim, para quem saiu nesse horário, viu um espetáculo da Natureza que é pra poucos.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
No escurinho do cinema...
Ontem fui ao cinema (é, cinema sim) aqui em Cuité. Confesso que fui mais pela questão de ir mesmo do que pelo filme que estava sendo apresentado (Harry Potter 7 - Parte I). Fui para reviver a magia do cinema em si. As imagens grandes, o som alto, o cheiro e barulho da pipoca, que diga-se de passagem é único - a gente pode até fazer pipoca em casa, mas nunca fica com o mesmo sabor. Me espantou a quantidade de adolescentes que estiveram lá, acho até que as pessoas mais "idosas" do cinema eram eu e meu amigo. Mesmo em uma época onde as televisões domésticas ficam cada vez maiores, os aparelhos de home-teather já são acessíveis a todos, o velho e bom cinema ainda encanta. Assistir um filme em um ambiente de cinema é uma experiência única. Não tem televisão 3D nem som 7.1 que substituam esse clima. Talvez seja por isso que o velho e bom cinema resista às novas tecnologias domésticas de reprodução de filmes. Mas falava dos adolescentes e dizia que me impressionou a quantidade de jovens que lá estavam. Eram jovens que tem acesso a outras mídias mas que saíram de casa, em um domingo à noite, para ir ao CINEMA. Blu-rays, dvds, HDTV, Play 3, tudo substituído pela magia de passar mais de duas horas vendo Harry 7. O velho cinema, em Cuité diga-se de passagem velho mesmo (O Cine Atlas) hoje Teatro Municipal, ainda tem seu charme. Vi casais de namorados, paqueras, celulares nervosos em troca de mensagens, todo o frenesi que a 7ª Arte proporciona a nós cinéfilos de plantão. Valeu a pena, por tudo, pelo resgate do cinema, pela nostalgia, e até por Harry 7. domingo, 20 de março de 2011
Filme bem interessante

Já faz algum tempo (ou aliás, muito tempo) que tinha curiosidade em assistir a esse filme e hoje, zapeando pelos canais da Sky, dou de cara com ele.
Com as atuações de Tom Cruise e Collin Farrell e a direção cuidadosa de Steven Spielberg, Minory Report: A nova lei, é um daqueles filmes que nos fazem pensar sobre o futuro.
Não apenas pelo visual do filme, que é espetacular, mas também pela questão dos jogos do poder. Pelo poder, se manipula, se mata, se morre.
Num futuro não muito distantes, filhos de pais viciados em uma nova droga, a neuróina, nascem com a capacidade de prever a violência. 3 dessas crianças são conectadas a um computador que faz a leitura mental dessas previsões.
Tudo perfeito. Um mundo sem crimes, sem violência. Até que um deslize mostra que nem tudo é perfeito.
E esse deslize compromete tudo o que já foi feito.
Assista a esse filme e tire suas próprias conclusões.
Até que ponto o poder pode interferir na vida das pessoas? Do que são capazes as pessoas para conseguir poder? Será que realmente o poder pode tudo?
Assistam...
quarta-feira, 2 de março de 2011
Sobre o Engraçado e o Trágico

Às vezes fico pensando o quanto são engraçadas e trágicas as pessoas humanas. Pessoas humanas sim, porque existem pessoas que não são humanas mesmo. Mas não é sobre a inumanidade das pessoas que quero escrever hoje.
Quero escrever sobre como as pessoas podem ser engraçadas e até patéticas quando se aliam cegamente a uma causa. Aliar-se requer reflexão, ponderação, maturidade.
Não podemos nos deixar levar pela tsunami que a opinião de uma grande quantidade de pessoas têm a respeito de algo sem que tenhamos ponderado, analisado, questionado acerca dessa opinião.
Mas falava isso por conta de como são tolas as pessoas que defendem os problemas causados por outros. É a falta de água, greve de polícia, aumento de taridas (inclusive da água que falta) 40%), profissionais demitidos por questões politiqueiras e, nós, sem vermos a realidade das coisas por termos nossas vista e mente ofucadas pela tsunami do grande bloco, criticamos ou apoianos, independente de nossos valores e pontos de vista pessoais.
As pessoas se deixam engolir, enganar...
Ah, a pateticidade da vida!!!
Seria até engraçado justificar o injustificável se o mesmo não fosse trágico!!!
Sob a nossa aprovação a fome se propaga, a violência se alastra, o descaso nos condena. Mas precisamos dessas notícias para vender jornais, revistas e outros produtos. (produtos?)
Lembro agora de Renato Russo dizendo: "é a estupidez o que destrói." Sábio poeta que optou sair "cedo demais" dessa vida engraçada e trágica.
No fim, como diz Alphonsus de Guimarães, "se nossos olhos vissem, se nossos ouvidos ouvissem e se sentíssimos a vida, com certeza a deixaríamis antes que a morte se propusesse a fazer isso."
Por isso amigo, antes de defender qualquer causa e mergulhar de cabeça verifique se sabe nadar, ou se pelo menos tem bóia.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
A Cabana
Gente alguém já pensou em como seria encontrar com Deus? E se esse seu encontro tivesse sido marcado por alguém que você amava muito e que perdeu de uma forma trágica?
Esse é o grande mistério que A Cabana, livro de William P. Young propõe ao leitor. Mas não se trata apenas de um encontro com Deus, na cabana ainda estão presentes Jesus e o Espírito Santo. Mas se você pensa que é simples assim, as 3 pessoas do Espírito Santo se mostram de forma totalmente diferente de como nós, ocidentais cristãos os concebemos.
Escrito de uma forma totalmente emocionante e vibrante, A Cabana é um daqueles livros que a gente, que gosta de leitura, não pode deixar de ler.
sábado, 17 de julho de 2010
Parabéns Cuité minha cidade querida...
242 anos de fundação da minha cidade querida. Cuité. Engraçado estar escrevendo isso aqui nesse espaço. Explico o engraçado: é que à época de minha formação queria mais era concluir logo os estudos para ir morar fora. Hoje, depois de parte dos estudos concluídos vi o quanto enganado eu estava. Cuité é minha cidade, a cidade que escolhi para viver; a cidade que amo.Parabéns Cuité. Espero sinceramente que os sucessores da Prefeita Euda Fabiana tenham o mesmo amor que a atual prefeita tem por essa terra. Para cuidar, tem que amar. E Cuité está sendo cuidada de forma muito carinhosa. Nós, cuiteenses agradecemos ao carinho e ao zêlo que a Prefeita Euda Fabiana dedica à nossa cidade.
Cuité que, adormecida por 4 anos, renasce das cinzas (sim das cinzas mesmo) para novamente se destacar entre as cidades da Paraíba.
São tantos presentes nesse ano e meio de nova gestão que, graças a Deus, esquecemos quando fomos notícia no Jornal Nacional. Aquelas notícias não nos interessam. Interessa notícias de desenvolvimento, de crescimento, de progresso.
Apenas alguns tolos não conseguem ver o desenvolvimento que estamos alcançando. Temos muitos problemas sim, mas também temos força e determinação para e
nfrentarmos e conseguirmos saná-los.
nfrentarmos e conseguirmos saná-los.Ontem a Prefeita Euda Fabiana presenteou o município com mais umbelo gesto de carinho ao povo cuiteense. Entregou, durante a abertura dos Jogos Escolares da Paraíba, uma banda fanfarra formada por jovens cuiteenses.
O Ginásio de Esportes Waldemir de Lima recebeu um público extraordinário. Todos na ansiedade de ver a estréia da Banda Fanfarra Dona Domitila. E o público não ficou decepcionado. Do contrário, ficou extasiado. Foi um show de música, beleza, dança, brilho, elegância, luxo e simpatia. Do jeito que, nós Cuiteenses gostamos.
O público assistia encantado. A multidão ficou em silêncio para ver e ouvir a NOSSA banda fanfarra.
Pela primeira vez, o povo de Cuité, pode aplaudir cuiteenses ricamente vestidos em vermelho, preto e dourado integrando uma Banda Fanfarra. Aquele sentimento de que falta algo nas aberturas dos J
ogos, onde desfilavam fanfarras de Jaçanã, Picuí, João Pessoa, já faz parte do passad0.
ogos, onde desfilavam fanfarras de Jaçanã, Picuí, João Pessoa, já faz parte do passad0.Ontem, aconteceu algo inédito. ONTEM FOI A FANFARRA DE CUITÉ.
Parabéns Cuité, parabéns Prefeita Euda e toda a equipe que propiciou mais essa grande conquista.Temos que agradecer a Prefeita Euda que devolveu, na noite de ontem o orgulho de sermos cuiteenses. Muito obrigado.
Parodiando Wallyson Zamir: "Essa é Cuité lugar bom pra se viver, vem ser feliz agora é um tempo novo, uma nova cidade do jeito que eu sonhei, nossa Cuité, patrimônio do povo".
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