Hoje, pensando sobre o tempo, me dou cada vez mais conta que o tempo está mais curto, pelo menos para mim. Existe, em mim, uma certeza, que o tempo que disponho para o dia de hoje é insuficiente para as minhas tarefas. E aí me questiono: Tenho tarefas demais, ou tempo de menos?
O tempo, esse senhor de cabelos grisalhos, muitas vezes assim definido, passou e deixou-se envelhecer também. Com marcas. É chamado de Senhor, coisa que só quem já tem um tempo vivido consegue. Ninguém é senhor aos 10 anos. E o cabelo grisalho é marca que o tempo realmente passou pelo Senhor Tempo.
Se o Senhor Tempo esqueceu-se de ficar vigilante em relação ao seu tempo, imagine a mim: um pobre mortal, que aos poucos vai se dando conta que o tempo está passando rápido demais. As 12 horas diurnas são intermináveis, porque não duram 12 horas. 12 Horas. Oito às oito. Que perfeito seria. Infelizmente o diurno começa bem antes e termina bem depois. E com isso, o noturno perde espaço! O tempo noturno dedicado aos amigos, aos amores e ao descanso dá vez, e perde tempo para o diurno e suas tarefas infindáveis! Limpa casa, sai para o trabalho, trabalha, trabalha e trabalha. Volta para casa no outro dia e dali há poucos instantes tudo de novo! "Todo dia ela faz sempre tudo igual..."
Nos dias em que tempo é dinheiro e dinheiro sempre vai nos faltar, consequentemente também nos falta tempo!
Será impressão minha, ou o tempo está passando rápido demais?
E agora me lembra Caetano: "Eu vi um menino correndo... Eu vi o Tempo brincando ao redor do caminho daquele menino..."
Só os meninos brincam com o tempo, aos adultos o tempo brinca com eles! É tanta obrigação que nos damos que o tempo brinca com a gente:
- kkkkk, você não vai ter tempo de fazer tudo isso!
E como se não bastasse, o Tempo esse Senhor de Cabelos Grisalhos (e Sádico) nos prega peças:
- Amanhã você vai acordar tarde e já vai estar atrasado! Quem mandou dormir tarde?
E ri da gente quando a gente chega com a cara amassada no trabalho:
- Eu bem que falei que você não ia dar conta de tudo aquilo de ontem.
Resultado: temos que resolver o de ontem, começar o de hoje, com a quase certeza, de que algo ficará para amanhã. E quando chegar o amanhã: será exatamente igual ao hoje, pois esse Senhor Tempo brinca com a gente!
E Renato Russo ainda cantava: "Temos nosso próprio tempo". Temos, nada, esse Tempo é que tem a gente na palma da mão!
Eclesiastes, na Bíblia Sagrada nos diz: "Que há tempo para tudo. Tempo de plantar e de colher..." Só precisamos saber negociar com esse Senhor Tempo.
Eu, pelo menos, estou ainda na tentativa de compreender essa dinâmica: de ver o tempo passar e de não mais querer brincar ou que ele brinque comigo, mas de querer acompanhar e ver que o Tempo é realmente Senhor de Todas as Coisas.
Mas por enquanto (são 01:27 da manhã) é melhor dormir... Por que senão...
O Tempo dirá.
Esse blog, passa a ser, a partir de 10/04/2019 uma fonte de notícias a respeito de Empreendedorismo. Contudo, as notícias anteriores a essa data serão mantidas.
terça-feira, 15 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
O silêncio do tempo
Voltei...
Depois de tempos...
Inspirado pelo silêncio e com a possibilidade de falar sem emitir sons;
paredes brancas, cheias de cor,
e um oceano de silêncio ao meu redor;
ausência de sons, mas também de vozes!
Ausências de pessoas, ou de pessoa!
Talvez ausência de mim.
Por onde anda o som?
Será que como todos (ou quase todos) também foi dormir?
Minha respiração e o motor da geladeira agora se apresentam...
Um galo ao longe...
Mais silêncio!
Silêncio que coroa um dia cheio,
Um dia que ainda não terminou.
O ontem ainda não acabou... Mas já é hoje!
Depois de tempos
E de muito silêncio no tempo!
Voltei!
Depois de tempos...
Inspirado pelo silêncio e com a possibilidade de falar sem emitir sons;
paredes brancas, cheias de cor,
e um oceano de silêncio ao meu redor;
ausência de sons, mas também de vozes!
Ausências de pessoas, ou de pessoa!
Talvez ausência de mim.
Por onde anda o som?
Será que como todos (ou quase todos) também foi dormir?
Minha respiração e o motor da geladeira agora se apresentam...
Um galo ao longe...
Mais silêncio!
Silêncio que coroa um dia cheio,
Um dia que ainda não terminou.
O ontem ainda não acabou... Mas já é hoje!
Depois de tempos
E de muito silêncio no tempo!
Voltei!
domingo, 6 de julho de 2014
Por onde anda a ética?
Lendo uma ironias totalmente desnecessárias no facebook, de mal gosto e sem nenhum fundamento ético. Que país é esse que vivemos que enaltece tanto as tragédias que os sucessos desaparecem? Agora tentam comparar a tragédia da queda de um viaduto com um lance dentro de um espetáculo. Gente que quer posar de bom samaritano, eu penso. Há que se considerar as dimensões de ambos os eventos, cada um com a sua devida importância. O lance do Neymar comove sim todo esse Brasil, que vive e respira futebol e que tinha no garoto-craque e que grande parte da população tinha nele confiado boa parte do sucesso da nossa seleção. A tragédia do viaduto também comove, foram vidas que foram ceifadas de forma inesperada e cruel. Agora colocar os dois eventos digladiando-se entre si, para ver quem é mais importante, é no mínimo, fazer sensacionalismo barato. Não vi nenhuma comparação, por exemplo, à época do acidente de Senna (uma batida em uma corrida de F1) e algum acidente que tenha acontecido no mesmo dia. Senna e outras dezenas de motoristas morreram naquele dia (acidentes de trânsito, deixam vítimas fatais todos os dias no mundo inteiro). Penso sim, numa mídia politiqueira, que em tudo vê alguma forma de tirar vantagem. A linha de raciocínio é mais ou menos assim:
queda de viaduto = obra da copa = culpa do governo = NÃO VOTE NESSE GOVERNO.
Ora bolas, cansado. Afinal desse tipo de gente interesseira o Brasil vive desde o seu descobrimento.
Não curto, não compartilho e ainda excluo da minha linha do tempo comentários, fotos e postagens que tenham esse mesmo cunho.
Chega de tentar construir castelos (de gelo) em cima das tragédias humanas. Respeitemos àqueles que merecem respeito, o jogador, assim como as vítimas, têm famílias e famílias tem sentimentos pelos entes perdido ou machucados.
Enfim, não merece meu respeito quem tripudia da dor alheia.
Ponto Final.
queda de viaduto = obra da copa = culpa do governo = NÃO VOTE NESSE GOVERNO.
Ora bolas, cansado. Afinal desse tipo de gente interesseira o Brasil vive desde o seu descobrimento.
Não curto, não compartilho e ainda excluo da minha linha do tempo comentários, fotos e postagens que tenham esse mesmo cunho.
Chega de tentar construir castelos (de gelo) em cima das tragédias humanas. Respeitemos àqueles que merecem respeito, o jogador, assim como as vítimas, têm famílias e famílias tem sentimentos pelos entes perdido ou machucados.
Enfim, não merece meu respeito quem tripudia da dor alheia.
Ponto Final.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Sobre grito e olhares...
Tem coisas que acontecem, tão inesperadamente na nossa vida, mas tão inesperadamente mesmo, que, de um momento para outro vão fazer parte de sua vida para todo o sempre. Essas coisas acontecem assim, do nada. Sem planos.
É como um por do sol, que ao ver uma vez, você jamais esquecerá, mesmo sabendo que ele nunca mais se repetirá.
Assim foi esse fim de semana. Fim de semana de um grito de dor e de olhares espetados perdidos.
Um grito que corta a noite, assustador.
Olhares espetados sem esperança, diluídos em tênues ilusões de um estágio de felicidade momentânea.
E o interlocutor desses atos, pasmo, congelado, sem palavras. Não conseguindo distinguir onde se agasalha a dor maior em si; se no desespero ou na falta de esperança.
Não saber dizer dessa dor, da intensidade de cada uma, tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão impressivas neste autor.
A vida que se esvai no grito ou que se esvai pelo ar azul de uma inconsequente in-naturalidade, hoje tão banal.
O sangue vermelho que escorre ou a fumaça azul que sobe inebriam esse autor de forma que o mesmo se cala e se retira.
Imundície, sujeira, asco, nojo, náusea.
O que dizer?
Não é preciso entender, esse autor não o quer que seja assim.
Esse é apenas uma reflexão de um autor que ainda não perdeu a fé nos homens, mas que, a cada dia, acredita que a humanidade esteja perdendo a maior batalha épica já começada: viver.
Viver torna-se cada vez mais complicado, o minimalista torna-se tão sofisticado que esquece de ser mínimo.
E a palavra natural perde seu conceito. O natural.
Natural seria encarar o por do sol todos os dias sabendo que os olhos são a mais perfeita câmera fotográfica já inventada e que somente eles podem dar a dimensão exata de um por do sol inesquecível.
Natural seria respirar o ar.
Natural não é desesperar, não é olhar perdido na imensidão da noite.
No fim, gritar e olhar, tudo termina onde começou: no nada.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Sobre nada...
Ah, detesto quando estou nesses dias assim: chateado com tudo. Até o pudim (que sempre é delicioso, e hoje com certeza deveria estar também) hoje estava meio que assim sei lá.
Nesses dias (e somente nestes) fico meio que tipo assim: sem saber. Penso que talvez tenha me acomodado e não ter exigido mais de mim. Talvez tenha me dado por satisfeito cedo demais.
O nada me incomoda muito. O zero realmente tem muito valor para mim. E quando o zero fica negativo, ainda mais.
Metas. Desafios. Inexplorado. Desconhecimento.
Essas palavras me impulsionam rumo a viagens, muitas vezes, alucinantes. Sair de rotineiro, do costumeiro, do feijão com arroz, me faz ver que posso vencer (ou não) desafios.
Me instiga o não-comum.
O diferente sempre foi motivo de curiosidade para mim.
Leituras que ninguém fez, músicas que ninguém ouviu, canais de tv que ninguém assiste, tudo isso me faz acreditar que o diferente pode ser fascinante.
Como é fascinante ouvir uma musica totalmente desconhecida da grande maioria das pessoas.
A massificação me massifica, me deprime.
Milhões de pessoas pensando a mesma coisa, comendo a mesma coisa, ouvindo a mesma coisa: sendo talvez as mesmas coisas.
Experimentar, essa parece ser uma palavra feita para mim, mas que com certeza, me acorvadei em vivenciá-la no seu sentido real.
Ir aonde ninguém foi talvez seja o meu maior desafio. Esse caminho ainda precisa ser descoberto. O caminho que leva a esse lugar ainda está escondido ou disfarçado em milhões de cruzamentos.
No dia de hoje, histórias de sucesso me desencorajam.
Hoje, o lugar-comum parece ser o menos indicado para eu estar.
Hoje, ordens e regras me impulsionam a dizer não - "break the rules".
Hoje, a rotina me massacra. "Todo dia ele faz tudo sempre igual", ah, que chatice.
Lembre-me agora da Narcisa no comercial de um site de compra e vendas: "Para tudo."
Para Tudo.
Discordo agora de uma frase que sempre gostei muito e que sempre esqueço o autor: "De tudo, fica sempre a certeza de estarmos sempre começando." Chega de tantos começos.
É preciso continuar: a companheira de trabalho me trouxe umas tarefas.
A rotina é forte, nesse momento ela vence mais uma vez.
Vamos aos Ofícios!
Uh...
sábado, 8 de junho de 2013
De volta...
É com imenso prazer e satisfação que volto ao meu blog pessoal, depois de mais de 01 ano fora dele, para noticiar o retorno, em grande estilo, de uma Solenidade de Abertura dos Jogos Escolares e Paraescolares da Paraíba na 4ª Gerência Regional de Educação.
A cidade de Cuité ontem foi testemunha de um grande espetáculo, digno da grandiosidade do evento. Quero já parabenizar a Gerente Regional da 4ª GRE, a senhora Maria das Graças Medeiros de Almeida e o Coordenador Geral dos Jogos do Curimataú, o Sr. Hélio Plácido de Almeida, assim como toda a equipe de apoio.
O público presente (Ginásio Valdemir Virgínio ultralotado) recebeu de volta e com muitos aplausos uma solenidade memorável, de muito bom gosto, desde a escolha de decoração até a seleção das apresentações. Uma cerimônia sóbria, sem discursos político-partidários, desenhada nos moldes do propósito de todos os jogos: a celebração da paz.
Em seu discurso de abertura a Gerente Regional acolheu a todos os presentes com uma mensagem de paz e declarou aberto, os Jogos Escolares do Curimataú, que pela primeira vez (acredito eu) acontecerão de forma descentralizada: outras cidades, além de Cuité, sediarão jogos e competições. Parabéns pela excelente idéia.
A cerimônia de ontem à noite encheu os olhos do público presente; tivemos momentos muito emocionantes como a execução do Hino Nacional, de forma instrumental, com artistas locais; o hasteamento dos pavilhões (nacional, estadual e municipal) foi um momento que marcou a todos os presentes.
Destaco, o momento em que foram acolhidos os municípios representados em bandeiras com uma coreografia muito bem executada, penso eu que seja esse um momento inédito.
O acendimento da Pira Olímpica pelo aluno da Escola Estadual Vidal de Negreiros, Esdras Raymi, foi de uma delicadeza plástica, onde aconteciam ao mesmo tempo uma coreografia da Cia. de Ballet Maria das Graças Medeiros de Almeida, ao som de Adelle cantando Skyfall, puro bom gosto.
As apresentações de dança, um xaxado da cidade de Pedra Lavrada e um grupo de break dance da cidade de Picuí arrancaram aplausos efusivos do público.
Encerrando a noite, o artista performático cuiteense, Ronaldo Star, apresentou seu alter-ego Whitna Hill com seu corpo de baile. Foi um show de emoção, com a apresentação de "Sonhos de um Palhaço", onde o artista revela o lado triste desse personagem tão alegre, o palhaço. Seguiram-se mais dois números onde Whitna Hill esbanjou luxo e glamour, características já tão presentes em seus shows.
As autoridades presentes, inclusive muitos prefeitos, entre eles, a Prefeita Euda Fabiana da cidade de Cuité, assim como todo o público de Cuité e de cidades vizinhas receberam DE VOLTA o grande espetáculo que já é tradição na Solenidade de Abertura dos Jogos do Curimataú.
A todos os envolvidos, muito sucesso durante a realização dos jogos. Parabéns a todos da 4ª Gerência Regional de Educação, assim como da Prefeitura Municipal de Cuité que também não mediu esforços colaborativos para a realização de tão grandioso evento
Aproveito a oportunidade e convido a todos os leitores do blog a visitarem a home page do Facebook Eu Amo Cuité onde foi disponibilizada em tempo real uma cobertura fotográfica, via aplicativo Instagram da solenidade de abertura clicando no link: https://www.facebook.com/EuAmoCuite
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Indignação...
Acho lamentável alguns comentários que vejo em algumas redes sociais. Parece que
existe um desejo de algumas poucas pessoas para transferirem tudo que existe em
Cuité para outras cidades do Curimataú. A bola da vez são os Jogos Escolares...
Lembro
que em 1986, a quadra nem era coberta ainda e na abertura dos Jogos deu uma
chuva tremenda e nós Cuiteenses, pegamos vassouras e rodos e enxugamos a quadra
inteira...
Felipe Thiago Gomes já havia providenciado ônibus para realizar a
transferência das delegações, mas nós CUITEENSES, lutamos com garra e não
deixamos que isso acontecesse... Lembro das ações de Hélio Plácido, Amara
Ângela (a quem peço permissão para citar) conclamando os alunos do Orlando Venâncio
e do IEC para que não acontecesse a transferência dos Jogos... Bons tempos
aqueles que alguns CUITEENSES tinham orgulho de ser cuiteenses... Hoje, em nome
de uma falsa ideologia politiqueira se mancha o nome do Município... Parece que
se perderam no tempo o espírito dos jogos escolares e do sentimento de ter
orgulho de nossa cidade...
Lembro-me da rivalidade existente entre os municípios e entre as equipes
da própria cidade de Cuité (IEC x Estadual, Estadual x Cooperativa...) mas
tratava-se de uma luta franca, dentro da quadra, onde o sentimento de pertencer
era mais forte do que os interesses próprios pessoais.
E enquanto cuiteenses éramos fortes, principalmente quando algum outro
município queria “tirar” de nós o que conquistamos.
Hoje, vejo com tristeza, que o espírito dos jogos, ficou para trás.
Lembrem-se que os governos passam, mas Cuité permanece. Já tivemos jogos
organizados por diversas gestões políticas, tanto municipais quanto estaduais e
todos tiveram seus problemas, sempre sendo superados, pois o sentimento de ser
a cidade anfitriã dos jogos escolares da Paraíba era muito maior do que
qualquer problema.
Aos atletas que porventura leiam esse post, não se deixem levar por artimanhas
politiqueiras, seu objetivo é vencer. Aos organizadores, que saibam dialogar e
encontrar soluções para os problemas. Aos CUITEENSES, não deixemos que tirem de
nós o que conseguimos com tanto esforço.
Uma última coisa: Os jogos olímpicos já pararam até
conflitos mundiais. Pensem nisso!!!
sábado, 19 de maio de 2012
Decepcionante...
Essa foi a única palavra que consegue definir o meu sentimento em relação a abertura dos Jogos Escolares da Paraíba no Município de Cuite, realizada na noite de ontem, dia 18 de Maio de 2012, no Ginásio Municipal de Esporte.
Uma cerimônia (se é que se pode dar esse nome) totalmente equivocada, com erros de cerimonial e de planejamento que frustrou todas as pessoas que se fizeram presentes a tentativa de evento.
Eu, como cuiteense, e acredito que todos nós, que sempre presenciamos aberturas memoráveis, não posso engolir, nem que me deem desculpas baseadas em factóides, a pobreza (essa realmente é a palavra), a pobreza que foi o evento de ontem.
Mesmo diante do que foi apresentado, o público ficou sem saber, não conseguiu entender. Erros gritantes:
a) Os atletas entraram ao som de uma filarmônica da cidade de Picuí, que erroneamente executou hinos (da bandeira, do soldado) que não devem ser executados para esse fim.
b) O cerimonial conduziu a oração do "Pai Nosso" In Memoriam" a uma aluna de uma escola da cidade de Cuité, quando o correto seria a condução de 01 minuto de silêncio.
c) A Bandeira dos Símbolos Olímpicos não apareceu na cerimônia.
Afora isso, faltaram as apresentações culturais, o acendimento da tocha, momento sempre esperado, foi decepcionante. Esse momento, que sempre é esperado com grande expectativa por todos, aconteceu de uma forma que deixou todo o público presente sem saber o que estava acontecendo.
Realmente, desde o ano de 1986, ano em que fui apresentado aos Jogos Escolares e da qual participei, nunca houve uma abertura tão estranha quanto a de ontem.
Não sei o que aconteceu, apenas estou registrando o sentimento de vazio que ficou em mim e acredito que em muitos. Depois de declarado oficialmente abertos os jogos, a cerimônia foi encerrada de uma forma jamais vista. Tanta estranheza causou no público que as pessoas demoraram a deixar o ginásio, esperando por algo que realmente, acredito, não havia sido planejado.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Sobre Pessimismo e Negativismo...
Hoje, depois de uma excelente festa de emancipação da minha querida amada cidade, tenho algumas surpresas ao entrar na net. Entrei para ver fotos postadas nas redes sociais e me deparo com comentários negativistas e pessimistas em alguns blogs.
Por que será tão dificil para algumas pessoas conviverem com a esperança e com o otimismo? Fico pensando aqui no que essas pessoas seriam capazes se realmente tivessem o poder de executar algo. Será que seu pessimismo e negativismo os deixaram realmente construir algo de bom? Até que ponto esse face negativa interfere na capacidade mental, social e interpessoal dessas pessoas.
Alguns falam sem conhecimento de causa, palavras por palavras; outros "pensam" saber algo e se metem a proliferar seu "desconhecido" pensamento para os quatros ventos.
Em tempos de internet, tem-se que ter muito cuidado com que pensamentos se colocam em redes sociais, blogs e afins. O pensamento tem que ser sempre livre, mas o pensamento escrito tem que ter conhecimento, estrutura e acima de tudo responsabilidade.
A credibilidade em quem escreve é construída sobre pilares: confiança, isenção, respeito e sobretudo verdade.
Esse realmente parece ser o ponto central: Verdade. Pode a verdade ter duas faces? Pode um fato ser visto sob duas óticas diferentes? Otimismo e pessimismo podem conviver juntos?
São perguntas dificeis de serem respondidas. Mas o que fica em mim é a certeza que muitas vezes se tem objetivos excusos, ao se publicarem algumas matérias.
O prazer de informar, objetivo principal, fica em segundo ou terceiro plano, algo que devia ser primazia, principalmente utilizando-se de meios de comunicação de massa.
Desculpem leitores do meu blog, não quero fazer dele um espaço político, esse não e a intenção deste blog. Mas é que me senti inteiramente magoado como cidadão cuiteense ao ver meu querido município "denegrido" de forma injusta aqui nos meios da internet.
Por fim, o que ficou em mim foram as imagens de uma belíssima comemoração de 75 anos de Cuité, como deve ser toda a festa de aniversário. Para vocês, meus leitores, prometo que farei uma compilação das mais belas fotos que puder para registrar esse momento tão especial para nós cuiteenses.
Por que será tão dificil para algumas pessoas conviverem com a esperança e com o otimismo? Fico pensando aqui no que essas pessoas seriam capazes se realmente tivessem o poder de executar algo. Será que seu pessimismo e negativismo os deixaram realmente construir algo de bom? Até que ponto esse face negativa interfere na capacidade mental, social e interpessoal dessas pessoas.
Alguns falam sem conhecimento de causa, palavras por palavras; outros "pensam" saber algo e se metem a proliferar seu "desconhecido" pensamento para os quatros ventos.
Em tempos de internet, tem-se que ter muito cuidado com que pensamentos se colocam em redes sociais, blogs e afins. O pensamento tem que ser sempre livre, mas o pensamento escrito tem que ter conhecimento, estrutura e acima de tudo responsabilidade.
A credibilidade em quem escreve é construída sobre pilares: confiança, isenção, respeito e sobretudo verdade.
Esse realmente parece ser o ponto central: Verdade. Pode a verdade ter duas faces? Pode um fato ser visto sob duas óticas diferentes? Otimismo e pessimismo podem conviver juntos?
São perguntas dificeis de serem respondidas. Mas o que fica em mim é a certeza que muitas vezes se tem objetivos excusos, ao se publicarem algumas matérias.
O prazer de informar, objetivo principal, fica em segundo ou terceiro plano, algo que devia ser primazia, principalmente utilizando-se de meios de comunicação de massa.
Desculpem leitores do meu blog, não quero fazer dele um espaço político, esse não e a intenção deste blog. Mas é que me senti inteiramente magoado como cidadão cuiteense ao ver meu querido município "denegrido" de forma injusta aqui nos meios da internet.
Por fim, o que ficou em mim foram as imagens de uma belíssima comemoração de 75 anos de Cuité, como deve ser toda a festa de aniversário. Para vocês, meus leitores, prometo que farei uma compilação das mais belas fotos que puder para registrar esse momento tão especial para nós cuiteenses.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Orgulho de ser Cuiteense...
Em uma semana onde tivemos um jovem universitário denominando nossa cidade de "bosta", e onde o nosso sentimento de ser Cuiteense foi ferido por alguém que não é de nós cuiteenses, mas sim por uma espécie de parasita, que vem suga os nossos recursos para o seu bem próprio e depois que se satisfaz vai embora para parasitar outros espaços, a cidade de Cuité mostra mais uma vez a sua pluralidade, tanto na cultura, quanto na moda, quanto nos esportes e ainda nas atividades de cunho religioso.
Tivemos um fim de semana bastante intenso, houveram desfiles de moda, festival de música, campeonato de carros tunados e paredões de som, caminhada evangélica, além de diversos eventos sociais de confraternizações e for aturas escolares.
É, talvez ainda não sejamos um grande centro urbano; e acho que não queremos isso. Não queremos para a nossa amada Cuité, as doenças das grandes cidades, o anonimato das pessoas, o parasitismo social de tipos de pessoas que não conseguem sentir a sensação de um ar puro, de noites aconchegantes com céu repleto de estrelas.
Minha amada Cuité recebe a todos de braços abertos, dentro de sua singeleza de uma cidade pequena de interior que está aprendendo a conviver com as identidades de visitantes, muitas vezes nem sempre cordiais com ela.
Mas de uma coisa tenho certeza, não deixaremos de amar nossa cidade Cuité por comentários infames, impressões e expressões de sujeitos que passam por aqui. Talvez tenhamos que fazer ouvido de mercador para tais impressões, ou não.
Não sei de que lugar fala o sujeito quando diz que Cuité é uma bosta, talvez falte a ele reconhecer que bosta é uma coisa que ele também produz, se ainda não conseguiu se desvencilhar dessa palavra talvez seja por que esteja na fase freudiana anal do desenvolvimento da personalidade, onde os sujeitos até comem a bosta que produzem. Evolua.
Quanto a Cuité, nós cuiteenses continuaremos defendendo nosso torrão, com unhas, dentes, palavras e atitudes, pois temos orgulho desse nosso pedaço de chão aqui.
Tivemos um fim de semana bastante intenso, houveram desfiles de moda, festival de música, campeonato de carros tunados e paredões de som, caminhada evangélica, além de diversos eventos sociais de confraternizações e for aturas escolares.
É, talvez ainda não sejamos um grande centro urbano; e acho que não queremos isso. Não queremos para a nossa amada Cuité, as doenças das grandes cidades, o anonimato das pessoas, o parasitismo social de tipos de pessoas que não conseguem sentir a sensação de um ar puro, de noites aconchegantes com céu repleto de estrelas.
Minha amada Cuité recebe a todos de braços abertos, dentro de sua singeleza de uma cidade pequena de interior que está aprendendo a conviver com as identidades de visitantes, muitas vezes nem sempre cordiais com ela.
Mas de uma coisa tenho certeza, não deixaremos de amar nossa cidade Cuité por comentários infames, impressões e expressões de sujeitos que passam por aqui. Talvez tenhamos que fazer ouvido de mercador para tais impressões, ou não.
Não sei de que lugar fala o sujeito quando diz que Cuité é uma bosta, talvez falte a ele reconhecer que bosta é uma coisa que ele também produz, se ainda não conseguiu se desvencilhar dessa palavra talvez seja por que esteja na fase freudiana anal do desenvolvimento da personalidade, onde os sujeitos até comem a bosta que produzem. Evolua.
Quanto a Cuité, nós cuiteenses continuaremos defendendo nosso torrão, com unhas, dentes, palavras e atitudes, pois temos orgulho desse nosso pedaço de chão aqui.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Texto de Encerramento do I Curta Cuité
É, estamos chegando ao fim do I Curta Cuité. Nesses 3 dias de festival pudemos vivenciar emoções intensas, pudemos ver e sentir, aqui neste teatro A cor e o cheiro da feira, através de um Olhar Particular de um cineasta que, de posse de uma câmera, muitas vezes sem ter tempo de Ensaio, conseguiu nos mostrar a Metafísica da existência para que possamos realizar a Travessia como sujeitos produtores de nossa subjetividade.
Na magia do cinema e do circo A Família Vidal bem que poderia acolher a animada Foca do Judeu, que talvez nem Irmãs tenha.
Não estamos aqui No Ventre da Poesia, mas aqui em Cuité, no meu Pé de Parede, onde mesmo Antes do Café do novo cinema brasileiro, Boni saía fazendo filmes, imortalizando histórias, eternizando personagens.
Ah, os cineastas, esses Peregrinos, que nos mostram que Fubo é bom, que tem que conseguir luz mesmo em dia Nublado, para conseguir colocar seu pensamento de Desassossego em filme e que nos dizem que é preciso dar um Capote para transformar o céu da boca beijada em um céu de boca morta.
A vocês, cineastas e suas equipes, que tem um pouco de Pedro Perilima dentro de si, nosso muito obrigado.
* Texto especialmente produzido para a Cerimônia de Encerramento do I Festival de Curtas de Cuité - O I Curta-Cuité.
Na magia do cinema e do circo A Família Vidal bem que poderia acolher a animada Foca do Judeu, que talvez nem Irmãs tenha.
Não estamos aqui No Ventre da Poesia, mas aqui em Cuité, no meu Pé de Parede, onde mesmo Antes do Café do novo cinema brasileiro, Boni saía fazendo filmes, imortalizando histórias, eternizando personagens.
Ah, os cineastas, esses Peregrinos, que nos mostram que Fubo é bom, que tem que conseguir luz mesmo em dia Nublado, para conseguir colocar seu pensamento de Desassossego em filme e que nos dizem que é preciso dar um Capote para transformar o céu da boca beijada em um céu de boca morta.
A vocês, cineastas e suas equipes, que tem um pouco de Pedro Perilima dentro de si, nosso muito obrigado.
* Texto especialmente produzido para a Cerimônia de Encerramento do I Festival de Curtas de Cuité - O I Curta-Cuité.
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